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Notícias 

29, Agosto 2016

LPM supera crescimento da marca KIA

LPM supera crescimento da marca KIA
A KIA foi a marca do top 15 que mais cresceu em Portugal durante o primeiro semestre do ano, com um aumento de vendas de 46,3% face ao período homólogo. Esta performance encontra-se em linha com o comportamento da marca no mercado mundial, onde a KIA Motors Corporation registou o melhor primeiro semestre de sempre.
Para João Seabra, Diretor-Geral da KIA em Portugal, «estes resultados traduzem a crescente preferência pela marca, em Portugal e no mundo, fruto de uma gama cada vez mais diversificada e da confiança depositada nos nossos produtos, os únicos no mercado a oferecerem uma garantia de fábrica de 7 anos». 
Este crescimento foi ainda maior na LPM durante o primeiro semestre. De facto, face a igual período do ano passado, a empresa registou um aumento na venda de viaturas novas na ordem dos 84%. Para tal muito tem contribuído a crescente presença da LPM em variados eventos regionais com a marca KIA.
27, Julho 2016

Barragem do Baixo Sabor entra em produção

Barragem do Baixo Sabor entra em produção
O Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor, empreitada iniciada em 2008 e construída pela Lena Engenharia e Construções e pela Odebrecht Portugal, compreende a construção de duas barragens, no interior norte de Portugal, que iniciam este ano a produção de energia.
Apesar de ser geralmente mencionada como “Barragem do Baixo Sabor”, a empreitada de construção do Aproveitamento Hidroeléctrico do Baixo Sabor é muito mais do que uma barragem.
 
Além destas duas obras de grande complexidade técnica, a empreitada contemplou ainda a construção de pontes, viadutos e reposições de acessos ao longo das duas albufeiras com capacidade de armazenagem de 1.125 milhões de metros cúbicos de água (30 em Jusante e 1.095 em Montante) e que se estendem por aproximadamente 70 km.
 
Também a gestão do programa ambiental, com impacto numa área equivalente a 20.000 campos de futebol, e a recolha de elementos patrimoniais com relevância arqueológica foram da responsabilidade do Agrupamento de empresas.
 
Esta empreitada contribuiu para uma importante dinamização económica e social de toda a região. Para além das iniciativas promovidas pelo próprio dono de obra junto das populações locais, ao nível social, cultural e empresarial, o impacto no emprego direto e indireto da região, ao longo do decurso da empreitada foi fundamental. Uma empreitada com esta dimensão afeta positivamente toda uma região, não só pelo emprego que promove, mas também pelos fornecimentos e prestações de serviço direta ou indiretamente relacionados com a obra, nomeadamente no comércio local, restauração ou imobiliário.
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